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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

Pensamentos natalícios

Ontem cheguei a casa com vários sacos, compras para as pessoas que mais estimo, "compras para as que tem que ser" porque estou grata e, compras para as pessoas que não estimo, que não gosto mas que tem que ser, porque estou agradecida pela oportunidade, pelo vencimento, sejamos claros. Pronto está dito... Confusos... Então Rita, já te esqueceste que Natal não conjuga com presentes, com dinheiro, com materialismo. Esta frase é bonita, fica bem dizê-la, fica bem no currículo das frases, vale dez pontos, fiquem sabendo que na vida temos que obter cerca de 10000 créditos de frases ditas "bonitas". Estava a referir que desconheço a razão que me leva a executar o contrário do que fraseio. Não pensem que sofro de conduta opositora. Sei que o importante é ter as pessoas que me fazem falta nos 364 dias em que não é Natal, sei que ter a madrinha, o Carmo, o afilhado, a Mãe, Daniel e o escolhido é indiscutivelmente o maior presente, sei que ter uma refeição composta, um vencimento e brinde - subsídio de Natal - é uma dádiva, sei que ter o meu avô a trotear "vamos brindar" e executar no final do jantar, o jogo que o João, o petiz, pede, é o euro-milhões. Sei de tudo isto. Sei que sou abençoada, mas poder dar um presente a quem me acompanha, volto aos 364 dias em que não é Natal, é para mim um grande prazer. Sei que esta gente, gente que estimo, sabe que têm lugar cativo. Pronto digo, é feio, mas é forma de comprar todos os abraços, todas as palavras, todos os beijos. Compenso e compro com objectos materiais o que não tem preço, o que deveria ser obrigatório ter, falo do colo, do abraço, desculpem gosto de abraços, dos afagos, dos toques e dos beijos repenicados e tão doces que se tornam impróprios para diabéticos. Ah... já agora bom Natal. 

sinto-me: Cor-de-rosa

publicado por teladosentir às 21:16

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